Como escolher seu coach?

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A escolha de um bom coach é uma questão mais delicada do que complexa.

Não é tão complexa, pois basta você “googlear” que vai receber nomes e endereços de muitos profissionais trabalhando no seu bairro ou imediações.

A escolha ainda se torna mais fácil, caso você já tenha definido a metodologia de sua preferência (Coach Ontológico, Coach Integral, Coach Ericksoniano, Coach com PNL, etc.).

Após essa escolha deve analisar a disponibilidade de recursos que quer investir e precisa acredite nos parâmetros de qualidade daqueles coaches certificados, por exemplo, pelo ICF (International Coach Federation), ou IBC (Instituto Brasileiro de Coaching).

Afirmamos que esta escolha é delicada porque, ao não estar regulamentada a profissão de Coach, existe no mercado uma oferta variada cuja qualidade muitas vezes não condiz com a quantidade de certificados apresentados. Baseados nesta realidade, convidamos a fazer esta escolha utilizando alguns parâmetros adicionais:

1 –  Se você está procurando um coach, verifique as experiências de seus amigos com alguns profissionais. A opinião deles é o mais confiável certificado do mercado.

2 – Avalie a formação e experiência do profissional. Mesmo não trabalhando como mentor, a formação e a experiência profissional do coach vai permitir que as sessões sejam mais abrangentes e ricas, entregando uma ampla plataforma para que você se autodescubra.

3 – Antes de realmente começar o processo, faça um bom contrato com o coach. Equalize suas expectativas com as competências do coach para você não terminar frustrado com o processo.

4 – O sucesso de um programa de coach, além de ser uma questão técnico-cognitiva, é uma questão de confiança.  Um bom coach é aquele que sabe olhar você e olhar o mundo através de seus olhos.  A principal qualidade do coach não está na metodologia empregada, está na empatia que ele consegue gerar ao reconhecê-lo como ser humano e não simplesmente como um cliente.

Para que uma sessão de coach funcione e gere “insights”, e nos anime a termos a coragem de ver aquilo de que normalmente temos medo, depende da confiança.

A confiança não é algo que se estabelece por acaso. A confiança em alguém é a soma de 4 opiniões que temos a respeito da mesma: a habilidade ou competência do profissional,  a sua história ou experiência, o valor que esta pessoa nos dá e a atenção com que somos atendidos.

Experimente uma ou duas sessões para ver se isso acontece.

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